22 de setembro de 2020

"Ciência Cidadã sob a perspectiva da Iberoamérica": Apresentação de cartaz eletrônico na conferência ECSA 2020 - Encontros em Ciência Cidadã

A Rede Ibero-Americana de Ciência Aberta e Participativa (RICAP) apresentou o cartaz eletrônico "Ciência Cidadã desde a perspectiva Iberoamericana: uma visão geral e reflexões da RICAP" na conferência ECSA 2020 - Encontros em Ciência Cidadã. 



14 de setembro de 2020

Os desafios da gestão pesqueira entre fronteiras

O que marca uma fronteira? Quais são as linhas que definem essas divisões? Os rios naturalmente marcam a divisão de espaços. Desde uma perspectiva geopolítica, os rios ajudam a definir territórios, muitas vezes sendo usados como referência da divisão entre países. No entanto, também existem linhas de fronteiras que cortam rios e florestas sem acompanhar marcos naturais, as linhas secas. Desde uma perspectiva ecológica, estas linhas oficiais de fronteiras não impedem o movimento dos rios, suas águas, sedimentos, nutrientes e permitem o movimento de peixes e tantos outros seres que dependem dos ecossistemas aquáticos. Pessoas que vivem nessas áreas muitas vezes também cruzam fronteiras em suas vidas cotidianas.



8 de setembro de 2020

Alterações climáticas podem prejudicar a reprodução do tambaqui na Amazônia

Por Jonatas da Silva Castro, com colaboração de Maria Cecília Gomes e Vanessa Eyng.

Como a qualidade da água impacta os peixes e consequentemente a pesca e a vida das populações ribeirinhas? Os resultados apresentados pelo artigo recém publicado "Alta temperatura, pH e hipóxia causam estresse oxidativo e prejudicam o desempenho espermático do peixe da Amazônia Colossoma macropomum" podem ajudar nessa reflexão. No artigo os autores avaliam os efeitos das mudanças climáticas sobre a qualidade dos espermatozoides do Colossoma macropomum, o tambaqui, um peixe de grande importância para a região amazônica.



14 de agosto del 2020

 Os desafios da gestão pesqueira entre fronteiras

Por Carolina Doria, Guillermo Estupiñán y Vanessa Eyng

 

O que marca uma fronteira? Quais são as linhas que definem essas divisões? Os rios naturalmente marcam a divisão de espaços. Desde uma perspectiva geopolítica, os rios ajudam a definir territórios, muitas vezes sendo usados como referência da divisão entre países. No entanto, também existem linhas de fronteiras que cortam rios e florestas sem acompanhar marcos naturais, as linhas secas. Desde uma perspectiva ecológica, estas linhas oficiais de fronteiras não impedem o movimento dos rios, suas águas, sedimentos, nutrientes e permitem o movimento de peixes e tantos outros seres que dependem dos ecossistemas aquáticos. Pessoas que vivem nessas áreas muitas vezes também cruzam fronteiras em suas vidas cotidianas.



14 de agosto del 2020

A riqueza que é falar sobre os peixes

 

Entre as muitas riquezas que a Bacia Amazônica nos traz, os peixes são uma das mais importantes. Para as pessoas que vivem aí, os peixes também são seus companheiros na floresta amazônica.  Seres com os quais se convive, interagindo na criação de sentidos para o mundo. É um alimento, fonte de proteínas e de vários nutrientes, que não pode faltar nas refeições. Ao mesmo tempo, são fontes de renda para as famílias. A pesca é um conhecimento que passa entre diferentes gerações.



4 de agosto del 2020

O que os cientistas cidadãos estão registrando no Ictio neste 2020?

 

Até 8 de julho de 2020, 232 usuárixs compartilharam mais de 3500 listas de pesca por meio do aplicativo Ictio. Foram aproximadamente 900 toneladas de peixes registradas em 58 bacias de nível 4 BL desde 2018.



22 do julho del 2020

Primeira Assembleia da Rede de Ciência Cidadã da Amazônia

Em junho de 2020, a Rede Ciência Cidadã para a Amazônia realizou virtualmente sua 1ª Assembléia Geral Ordinária de Sócixs. Como um marco para a governança da Rede, na Assembleia Geral Ordinária foi designado o 1º Comitê Diretor e aprovado o Informe de Fechamento do do Grupo Gestor, que conduziu a gestão da Rede entre fevereiro de 2018 e junho de 2020.



16 do julho del 2020

É possível promover mineração artesanal  mais responsável?

Por Vanessa Eygn y Claudia Acosta

 Enfrentar os desafios da mineração é necessário e urgente. Isso requer soluções efetivas de preservação, remediação e restauração ambiental, além de repensar cadeias de suprimentos e geração e uso de dados confiáveis para gestão. Promovido pelo Conservation X Labs, o Grande Desafio da Mineração Artesanal  (Artisanal Mining Grand Challenge - disponível em inglês) busca apoiar projetos que respondam aos desafios de desenvolver uma mineração artesanal mais responsável no mundo.

 



16 do julho del 2020

Aves unendo continentes

Por Vanessa Eygn y Claudia Acosta

 

Muitas espécies de aves são grandes migradoras. Migram em bandos, cruzando o céu e se detêm em diferentes áreas naturais para se alimentar e descansar. Muitas vezes viajam de norte a sul, seguindo a mudanças das estações.



10 de junho de 2020

Pelos rios da Amazônia

Por Claudia Acosta, Gina Leite, Guido Herrera y Vanessa Eyng.

A Amazônia é o maior e mais biodiverso sistema de água doce do mundo, seus números são cifras impressionantes. A Bacia Amazônica abarca 7 milhões de km² e é a floresta tropical mais extensa do mundo. A grande quantidade de água é o que a faz tão especial: suas florestas inundáveis, rios, lagos e outras zonas úmidas representam 14% da área total da Bacia Amazônica. 



29 de maio de 2020

A impressionante migração interrompida

Por Claudia Acosta, Fabrice Duponchele, Gina Leite, Guido Miranda y Vanessa Eyng.

Uma viagem de quase 11 mil quilômetros. Entre ida e volta, a dourada, Brachyplatystoma rousseauxii, percorre a Bacia Amazônica em seu ciclo de vida, desde os Andes até o Oceano Atlântico. Como em qualquer circulação, o caminho precisa estar livre para que os movimentos ocorram. 



28 de maio del 2020

Inspiração para enfrentar os desafios do COVID-19

Compartilhar é um princípio fundamental da nossa Rede. Por isso, estamos nos mobilizando para criar e manter esta compilação de iniciativas. Muitas delas são promovidas por sócixs da Rede. Outras por grupos de trabalho e instituições com ampla experiência na Bacia Amazônica. Outras ainda são resultados específicos de resposta ao contexto que o COVID-19 nos traz. 


25 de maio de 2020

Um pequeno muito pequeno - porque migração não é somente uma questão de tamanho

Por Vanessa Eyng e Guido Miranda

O povo Tacana vive na Amazônia boliviana. Muitos de seus membros vivem na Terra Comunitária de Origem Tacana, nas margens do rio Beni. Quando os tacana querem  acentuar algo em seu idioma, repetem a palavra. Vamos a um exemplo. A palavra chipi, em tacana, significa pequeno. Se algo é muito pequeno, o chipi se converte em chipi chipi. A dobra não deixa dúvidas: estamos falando do menor. 

 



23 de maio de 2020

Acompanhando as tartarugas da Amazônia e a importância de seu monitoramento

Por Camila Fagundes e Camila Ferrara - WCS Brasil 

As tartarugas da Amazônia, assim como muitos outros animais, se movimentam pelos espaços aquáticos, pelas áreas de floresta inundada e pelas praias que se formam nos rios durante a época de seca. As praias são particularmente importantes, porque são nessas áreas onde elas realizam a sua desova.



22 de maio de 2020

Biodiversidade em movimento. Convidamos você a explorar os movimentos da biodiversidade pelos rios da Bacia Amazônica

 

A Rede Ciência Cidadã para a Amazônia é uma iniciativa que reúne diferentes organizações e pessoas.Colaboramos para empoderar a cidadania e gerar conhecimento sobre os peixes e os ecossistemas aquáticos amazônicos. Nosso foco é justamente o maior e um dos mais biodiversos sistemas de água doce do mundo!



15 de abril de 2020

Boas-vindas a novxs socixs da Rede Ciência Cidadã para a Amazônia

 

A Rede Ciência Cidadã para a Amazônia está crescendo. Boas-vindas a todxs: é um prazer colaborar com vocês! Até o dia 31 de março de 2020, formam parte da Rede 20 organizações e três indivíduos do Brasil, Colômbia, Equador, Peru, Estados Unidos e França.



15 de abril de 2020

 

Cientistas Cidadaxs e instituições compartilhando informação

 

Até 31 de março de 2020, somos 229 cientistas cidadaxs usando o aplicativo Ictio. Xs mais ativxs estão fazendo registros no canal do rio Amazonas e nas bacias do Jutaí, Madeira, Madre de Dios, Pachitea, Putumayo e Tapajós. E junto a essxs cientistas cidadaxs, oito instituições integraram seus dados na plataforma Ictio.org. Estes dados formam nossa base de dados e nos permitem compreender mais sobre a pesca e os peixes na Bacia Amazônica. Sabe quais foram os peixes mais registrados até agora?



9 de abril de 2020

Aplicativo Ictio: saiba como mapear peixes amazônicos

Por Fish TV - Brasil

 

Que existem espécies migratórias, a gente sabe. Mas e se eu disser que você pode fazer parte do mapeamento delas? Agora, os pescadores esportivos que baixarem o aplicativo Ictio, uma iniciativa do projeto Ciência Cidadã para a Amazônia, vão ajudar a gerar um banco de dados que, entre outras finalidades, contribui para a conservação de espécies.



7 de abril del 2020

A base de dados do Amazon Fish se integra à Ictio.org

Amazon Fish/ Ictio

 

O consórcio Amazon Fish integra sua base de dados de peixes de água doce à plataforma Ictio. Junto a registros de outra fontes, os dados estarão disponíveis como parte da base de dados de Ictio.



8 de setembro de 2018

App de monitoramento faz de jovens indígenas cientistas cidadãos

Sociedade para a Pesquisa e Proteção do Meio Ambiente/ SAPOPEMA

 

Na Aldeia Solimões em poucos meses os estudantes se habituaram com a plataforma que integra dados sobre o processo migratório de peixes que navegam milhares de quilômetros e passam pelos lagos da comunidade indígena localizada na margem esquerda do Rio Tapajós na reserva extrativista Tapajós/Arapiuns



3 de junho de 2019

Professores ensinam disciplinas curriculares levando cultura da Amazônia para a sala de aula

Por Júlia de Freitas e Vanessa Eyng

 

Professores e professoras do município de Tefé, no Amazonas, deram início à realização de atividades do projeto pedagógico Bacia Amazônica: Conectividade, Migrações e Ciência Cidadã em sala de aula. O objetivo do programa é desenvolver a cidadania e a educação ambiental através de temas conhecidos pelos alunos, moradores da região do Médio Solimões, na Amazônia Central.